quarta-feira, 27 de maio de 2015

Educação em tempo Integral - Patrícia Mota Guedes - Entrevista - Canal Futura


O assunto é a oferta de educação em tempo integral. A meta do Plano Nacional de Educação é de que aconteça em pelo menos metade das escolas públicas do país, até 2023. A convidada do jornalista Antônio Gois para debater as implicações desta proposta é Patrícia Mota Guedes, Gerente de Educação da Fundação Itaú Social.

Achei enriquecedor esta entrevista com Patrícia Mota Guedes que fala em especial da meta-6. Resolvi compartilhar com vocês.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Pesquisando a realidade Brasileira -Meta 6



Escolas estaduais poderão iniciar ações de educação integral a partir desta semana

Quarta-feira, 8 de abril de 2015 | 4/08/2015 10:39:00 AM


O objetivo da atual gestão é melhorar e diversificar cada vez mais as iniciativas desenvolvidas em escolas que oferecem a educação integral. A ideia é que as ações sejam construídas coletivamente com os atores que fazem parte do dia a dia das escolas de modo a fortalecer a iniciativa ao longo dos próximos anos.

A Secretaria de Estado de Educação pretende ampliar gradativamente o número de estudantes em turmas de educação integral. Até 2018, a previsão é conseguir aproximar-se da meta do Plano Nacional de Educação (PNE), que estipula que 25% das matrículas da rede pública devem ser feitas em turmas de educação integral. Na gestão anterior, esse percentual sempre ficou abaixo de 7% e o número de alunos beneficiados diminuiu, passando de 115 mil alunos em 2012 para 103 mil em 2014, sendo que 94% do atendimento foram subsidiados pelo Programa Mais Educação do Governo Federal.


                                           Proposta da Secretaria é ampliar gradativamente
                                           o número de estudantes em turmas de
                                           educação integral

“Pretendemos que a proposta vá se construindo ao longo do ano e que, com base nas práticas que forem se desenvolvendo, nós possamos configurar um programa com a participação mais efetiva das escolas”, afirmou a subsecretária de Desenvolvimento da Educação Básica, Augusta Aparecida Neves de Mendonça. A Secretaria trabalha para criar uma proposta de educação integral não apenas baseada na ampliação do tempo de permanência na escola, mas no sentido de ampliar também as possibilidades em relação a espaços e práticas que possam contribuir com a formação dos estudantes.

A partir desta semana, as escolas da rede estadual de ensino poderão dar início às ações de educação integral. Foi publicada no Diário Oficial dos Poderes do Estado, da última quinta-feira (2/4), a Resolução 2.749/2015, que dispõe sobre o funcionamento e operacionalização das ações de educação integral nas escolas estaduais.

A partir da publicação desse documento, os diretores poderão organizar turmas de educação integral em suas escolas. Inicialmente, as ações serão desenvolvidas em 1.279 escolas que, em 2014, participaram do Programa Mais Educação, do Ministério da Educação (MEC). Novas escolas poderão solicitar a participação ao longo do ano.

“Estamos criando possibilidades para que as escolas que não foram atendidas em 2014 possam iniciar suas ações ainda em 2015. Para isso, elas devem enviar a solicitação para a Secretaria de Educação para análise da proposta. O objetivo é ampliar, ao longo do ano, o número de estudantes atendidos em relação aos anos anteriores”, ressalta Augusta Mendonça.

Na última quarta-feira (1/4), foi realizada uma videoconferência com os diretores educacionais das Superintendências Regionais de Ensino para apresentação da iniciativa e para que eles pudessem tirar possíveis dúvidas. As Superintendências Regionais de Ensino receberão um documento orientador das ações de educação integral.

Com as novas ações propostas, além de o estudante ter o acompanhamento pedagógico e orientação de estudos, ele também participará de atividades que contribuam para sua formação integral.

As ações deverão contemplar, no mínimo, quatro dos seguintes eixos formativos: acompanhamento pedagógico/orientação de estudos (obrigatório); esporte e lazer; memória, cultura e artes; história das comunidades tradicionais e sustentabilidade; educação em direitos humanos; promoção da saúde; educação ambiental, educação econômica, economia solidária e criativa; comunicações usam de mídias e cultura digital e tecnológica; agro ecologia e iniciação científica.

“O objetivo é romper com o princípio do atendimento pautado exclusivamente no reforço escolar e ampliar para eixos formativos que visam à formação integral dos alunos, conforme prevê o Programa Mais Educação do Ministério da Educação. Vamos ter uma carga horária voltada para o acompanhamento pedagógico, mas também para a realização de atividades de esporte e lazer, para a realização de oficinas com foco nas práticas culturais, entre outras ações. Além disso, queremos que as atividades sejam desenvolvidas não só por professores, mas também por agentes culturais e monitores que tenham articulação com a comunidade escolar”, ressaltou a subsecretária Augusta Mendonça.

Professor coordenador

Outra novidade da educação integral em 2015 é que as escolas que atendem a quatro ou mais turmas em educação integral poderão ter um professor comunitário/coordenador que será escolhido, entre o grupo de professores/ especialistas da Educação Básica, pela direção da escola e referendado pelo colegiado escolar.

“Esse professor vai ser o articulador das ações da escola com a comunidade, buscando tanto novas práticas que possam contribuir para a formação dos alunos, como novos espaços que possam existir no território para o desenvolvimento das ações da educação integral”, explicou Augusta Mendonça.

Além disso, as escolas deverão solicitar mais um profissional de apoio às atividades. A cada 50 alunos atendidos na educação integral, cada diretor de escola deverá acrescentar na tabela da Resolução do Quadro de Pessoal este número de alunos, o que lhe permitirá um aumento no quantitativo de Auxiliares de Serviços de Educação Básica (ASB). Esse profissional deverá auxiliar na alimentação dos estudantes e limpeza e organização dos espaços.


Meta 6: oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% (vinte e cinco por cento) dos(as) alunos(as) da educação básica.













domingo, 17 de maio de 2015

Políticas Públicas Educacionais



Pesquise sobre a mudança recente dos ministros da Educação. Por que houve esta mudança? Quem é o novo ministro? Vc sabe algo sobre a Secretaria de Educação do nosso estado? Quem é a (o) secretario (a) de educação de seu município? Poste o plano de trabalho da secretaria de seu município e acompanhe. E se vc fosse o secretario/a secretaria de educação de seu município? O que faria?

    A Presidência da República anunciou nesta sexta-feira (27 de março de 2015) o nome dos novos ministros. O ex-deputado Edinho Silva será o novo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, no lugar de Thomas Traumann, que deixou o cargo na última quarta-feira (25).  Já o filósofo e professor Renato Janine Ribeiro será o novo ministro da Educação. Ribeiro ocupará a vaga deixada por Cid Gomes na semana passada, depois que o então ministro acusou deputados de serem achacadores e oportunistas e dizer a estudantes universitários no Pará, em uma reunião privada, que havia 400, 300 achacadores na Câmara. Cid Gomes deixou o cargo depois de agredir verbalmente os deputados federais e até o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). 

Missão e Valores da Secretaria de Educação de Minas Gerais

 

Sistema Operacional de Educação
   Visão para o futuro- Ser referência pela excelência em educação básica, com qualidade e equidade.
Missão- Desenvolver e coordenar políticas públicas de educação básica, inclusivas e de qualidade, garantindo plenas condições de funcionamento da rede pública, em especial da rede estadual, promovendo a formação integral dos estudantes, com vistas ao exercício da cidadania e à inserção no mundo do trabalho.
Valores- Qualidade; Inclusão e equidade; Diversidade; Ética; Eficiência; Transparência; Responsabilidade pública; gestão democrática; Sustentabilidade; Criatividade e Inovação.

Objetivos Finalísticos- Beneficiários: Alunos  
*Universalizar a educação básica, promovendo o desenvolvimento integral dos estudantes, garantindo a formação qualificada, permanência e sucesso dos educando;
*Tornar a Educação Básica mais atrativa, proporcionar o acesso a condições geradoras de empregabilidade e renda e a continuidade dos estudos, favorecendo o exercício pleno da cidadania;
* Ampliar a oferta de educação em tempo integral com qualidade nas escolas estaduais;
* Reduzir desigualdades educacionais e estruturais entre regiões, escolas e alunos, garantindo que a escola seja um espaço de inclusão, diversidade, aprendizagem e pertencimento da comunidade educacional;
* Dotar as escolas estaduais de infra-estrutura física e tecnológica adequadas ao desenvolvimento do ensino e às necessidades da sociedade.

Objetivos de Apoio- Processos Internos
*Fortalecer a gestão democrática nas escolas, ampliando a participação da comunidade escolar, o compartilhamento das decisões e responsabilidades;
*Identificar parceiros para a execução das ações e captação de recursos, fortalecendo a troca de experiências e cooperação entre Estado e sociedade civil;
*Garantir eficiência nas avaliações de desempenho dos alunos para subsidiar a formulação de políticas, a responsabilização dos agentes educacionais e a prestação de contas à sociedade;
*Implementar processos administrativos mais ágeis, flexíveis, eficazes e eficientes, baseados em novas tecnologias, padronização de práticas, dentro de uma cultura organizacional inovadora;
* Desenvolver planejamento e gestão integrados na SEE nos níveis central, regional e escolar, bem como o regime de cooperação com municípios e União;
* Promover a coleta de informações das escolas mineiras de forma sistematizada e ágil, com garantia de qualidade, e realizar estudos e pesquisas em consonância com o que há de mais recente e relevante em educação para subsidiar o planejamento, acompanhamento e avaliação dos programas da SEE.
   A Secretária Municipal de Educação do meu município (Ubá- MG) é Maria do Carmo Mello. De acordo com a secretária de educação compete à Secretaria Municipal de Educação de Ubá planejar, organizar, coordenar e controlar as atividades relacionadas ao oferecimento da educação básica, compreendidas o ensino infantil, fundamental e médio, orientada por valores fundamentais como dignidade da pessoa, igualdade, isonomia, participação da comunidade, universalização, valorização do magistério, eficácia e eficiência.
   O plano decenal da cidade de Viçosa/MG foi feito no ano de 2006 e publicação no ano de 2007. Porém este plano está sendo atualmente reformulada com data prevista por lei até junho de 2015.

Segue abaixo o endereço do link:
  Se eu fosse secretária de educação dedicaria da mesma forma que a nossa secretária Maria do Carmo dedica, buscando conscientizar, despertar e incentivar a sociedade a importância da educação em nossas vidas.


terça-feira, 28 de abril de 2015

CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior



A sigla CAPES significa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Trata-se de uma agência governamental, vinculada ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), que tem como objetivo promover a expansão, consolidação dos cursos de pós-graduação stricto sensu, ou seja, dos cursos de mestrado e doutorado, em todo o país. É a CAPES que autoriza a abertura de novos cursos de pós-graduação, e avalia os cursos em funcionamento periodicamente. É a única entidade que tem tradição de determinar o descredenciamento (na prática, o fechamento) dos cursos que apresentam nota baixa ou deficiente.
A CAPES foi criada em 1951, no início do segundo mandato de Getúlio Vargas, com o nome de “Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior”, com a finalidade de promover a especialização de uma maior quantidade de pessoal, com qualidade. A necessidade de um maior número de profissionais especializados foi consequência do projeto de construção de uma nação industrializada e desenvolvida.
Anísio Teixeira foi secretário-geral da CAPES nos primeiros anos da instituição. A implantação do Programa Universitário, a concessão de bolsas de estudo, o apoio a eventos científicos, o estímulo de intercâmbio e cooperação entre instituições e a contratação de professores estrangeiros (visitantes) estão entre as ações da CAPES já em 1953.
Em 1981, a CAPES assumiu a incumbência de coordenar a avaliação da pós-graduação no país, o que fortaleceu seu papel. A Política Nacional de Pós-graduação é formulada, acompanhada e executada pela CAPES com competência.
Sua importância se evidencia em 1990, quando por meio da Medida Provisória nº 150 (de 15 de março de 1990), o Governo Collor extingue a CAPES. A mobilização das pró-reitorias de pesquisa e pós-graduação das universidades, com o apoio do Ministério da Educação, reverteu à medida, que nem chegou a passar por votação no Congresso Nacional. A Lei nº 8.028 de 12 de abril de 1990 recriou a CAPES.
Em julho de 2007, foi sancionada a Lei 11.502 que atribuiu a Capes também o papel de estimular a formação de professores para a educação básica.
Atualmente, as principais linhas de ação da instituição, desenvolvidas por meio de vários Programas, são:
- Investimentos na formação de recursos de alto nível no país e exterior – por meio de Bolsas de Pós-graduação nacionais ou internacionais, e de Programas de Fomento aos Cursos de stricto sensu;
- Avaliação da pós-graduação stricto sensu – É avaliada as propostas de novos Cursos de Pós-graduação stricto sensu e os Programas de Pós-graduação stricto sensu (anualmente e trimestralmente). A avaliação dos Programas serve de subsídio para a renovação do reconhecimento, pois na avaliação é atribuída uma nota (entre 1 e 7) a cada Programa.
- Acesso e divulgação da produção científica – a CAPES disponibiliza o acesso a produção científica do país e do mundo, e divulga a produção científica nacional por meio do Portal de Periódicos, onde textos, resumos e documentos selecionados de Revistas Científicas e Bases de Dados;
- Promoção da cooperação científica internacional – Por meio de acordos bilaterais entre programas brasileiros e estrangeiros (financia missões de professores no exterior e bolsas de estudos para intercambio de alunos) e parcerias universitárias binacionais (aproximação curricular, reconhecimento mútuo de créditos).
Como resultado das avaliações, a CAPES publica anualmente uma classificação dos artigos e eventos de cada área do conhecimento, atribuindo a cada caso (Revistas ou Anais de Eventos), um “indicativo de qualidade”, no qual o mais qualificado é o A1, seguido pelos seguintes: A2; B1; B2; B3; B4; B5 e C, sendo que o último tem peso zero. O sistema Webqualis disponibiliza para consulta a classificação de periódicos, anais, revistas e jornais.


Fontes
BRASIL. Ministério da Educação. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES. Acessado em 26 abr. 2009. Disponível em: http://www.capes.gov.br/

sábado, 16 de agosto de 2014

SITUAÇÕES DO COTIDIANO RELACIONADO COM O LIVRO “A VIDA NA ESCOLA E A ESCOLA NA VIDA”.


SITUAÇÕES DO COTIDIANO.


O livro aponta situações de satisfações de alunos, pais e professores e aponta as diferenças de classes sociais influenciando o ensino escolar. As escolas públicas passam por estas situações, porque a classe média a alta frequenta mais as escolas particulares.
Quando fiz o ginásio presenciei e fui vitima de situações bem relativas ao livro. Tivemos uma professora de geografia que não escondia o prazer de excluir os alunos mais pobres, fazendo muitos elogios aos filhos dos mais favorecidos, tanto nas lições, quanto nas provas e trabalhos escolares.
A situação era muito difícil, pois até mesmo quando os alunos mais ricos conversavam com os mais pobres, estes não eram “punidos”, ao contrario está professora dizia:
- “Fulano, não de trela para estes meninos, pois vocês têm futuro pela frente. Também o professor de matemática se referia a um dos alunos dizendo que ele só serviria para puxar carroça.
São situações passadas que foram gravadas na memória e hoje me pego a refletir o que devemos fazer para mudar está situação.
Às vezes é difícil falar da situação de hoje, porque hoje sou mãe de aluno e não aluna, mas espero que mude este conceito porque se a classe mais favorecida tem maiores chances de ter a escola que desejam as classes menos favorecidas também podem ambicionar a ter uma escola melhor, o tipo de escola que todos merecemos independente da classe social que temos.