quarta-feira, 27 de maio de 2015
terça-feira, 26 de maio de 2015
Pesquisando a realidade Brasileira -Meta 6
Escolas estaduais poderão iniciar
ações de educação integral a partir desta semana
Quarta-feira, 8 de abril de 2015 | 4/08/2015 10:39:00 AM
O
objetivo da atual gestão é melhorar e diversificar cada vez mais as iniciativas
desenvolvidas em escolas que oferecem a educação integral. A ideia é que as
ações sejam construídas coletivamente com os atores que fazem parte do dia a
dia das escolas de modo a fortalecer a iniciativa ao longo dos próximos anos.
A
Secretaria de Estado de Educação pretende ampliar gradativamente o número de
estudantes em turmas de educação integral. Até 2018, a previsão é conseguir
aproximar-se da meta do Plano Nacional de Educação (PNE), que estipula que 25%
das matrículas da rede pública devem ser feitas em turmas de educação integral.
Na gestão anterior, esse percentual sempre ficou abaixo de 7% e o número de
alunos beneficiados diminuiu, passando de 115 mil alunos em 2012 para 103 mil
em 2014, sendo que 94% do atendimento foram subsidiados pelo Programa Mais
Educação do Governo Federal.
Proposta da
Secretaria é ampliar gradativamente
o número de estudantes em turmas de
educação integral
o número de estudantes em turmas de
educação integral
“Pretendemos
que a proposta vá se construindo ao longo do ano e que, com base nas práticas
que forem se desenvolvendo, nós possamos configurar um programa com a
participação mais efetiva das escolas”, afirmou a subsecretária de
Desenvolvimento da Educação Básica, Augusta Aparecida Neves de Mendonça. A
Secretaria trabalha para criar uma proposta de educação integral não apenas
baseada na ampliação do tempo de permanência na escola, mas no sentido de
ampliar também as possibilidades em relação a espaços e práticas que possam
contribuir com a formação dos estudantes.
A
partir desta semana, as escolas da rede estadual de ensino poderão dar início
às ações de educação integral. Foi publicada no Diário Oficial dos Poderes do
Estado, da última quinta-feira (2/4), a Resolução 2.749/2015, que dispõe sobre
o funcionamento e operacionalização das ações de educação integral nas escolas
estaduais.
A
partir da publicação desse documento, os diretores poderão organizar turmas de
educação integral em suas escolas. Inicialmente, as ações serão desenvolvidas
em 1.279 escolas que, em 2014, participaram do Programa Mais Educação, do
Ministério da Educação (MEC). Novas escolas poderão solicitar a participação ao
longo do ano.
“Estamos
criando possibilidades para que as escolas que não foram atendidas em 2014
possam iniciar suas ações ainda em 2015. Para isso, elas devem enviar a
solicitação para a Secretaria de Educação para análise da proposta. O objetivo
é ampliar, ao longo do ano, o número de estudantes atendidos em relação aos
anos anteriores”, ressalta Augusta Mendonça.
Na
última quarta-feira (1/4), foi realizada uma videoconferência com os diretores
educacionais das Superintendências Regionais de Ensino para apresentação da
iniciativa e para que eles pudessem tirar possíveis dúvidas. As
Superintendências Regionais de Ensino receberão um documento orientador das
ações de educação integral.
Com
as novas ações propostas, além de o estudante ter o acompanhamento pedagógico e
orientação de estudos, ele também participará de atividades que contribuam para
sua formação integral.
As
ações deverão contemplar, no mínimo, quatro dos seguintes eixos formativos:
acompanhamento pedagógico/orientação de estudos (obrigatório); esporte e lazer;
memória, cultura e artes; história das comunidades tradicionais e
sustentabilidade; educação em direitos humanos; promoção da saúde; educação
ambiental, educação econômica, economia solidária e criativa; comunicações usam
de mídias e cultura digital e tecnológica; agro ecologia e iniciação científica.
“O
objetivo é romper com o princípio do atendimento pautado exclusivamente no
reforço escolar e ampliar para eixos formativos que visam à formação integral
dos alunos, conforme prevê o Programa Mais Educação do Ministério da Educação.
Vamos ter uma carga horária voltada para o acompanhamento pedagógico, mas também
para a realização de atividades de esporte e lazer, para a realização de
oficinas com foco nas práticas culturais, entre outras ações. Além disso,
queremos que as atividades sejam desenvolvidas não só por professores, mas
também por agentes culturais e monitores que tenham articulação com a
comunidade escolar”, ressaltou a subsecretária Augusta Mendonça.
Professor
coordenador
Outra
novidade da educação integral em 2015 é que as escolas que atendem a quatro ou
mais turmas em educação integral poderão ter um professor
comunitário/coordenador que será escolhido, entre o grupo de professores/
especialistas da Educação Básica, pela direção da escola e referendado pelo
colegiado escolar.
“Esse
professor vai ser o articulador das ações da escola com a comunidade, buscando
tanto novas práticas que possam contribuir para a formação dos alunos, como
novos espaços que possam existir no território para o desenvolvimento das ações
da educação integral”, explicou Augusta Mendonça.
Além
disso, as escolas deverão solicitar mais um profissional de apoio às
atividades. A cada 50 alunos atendidos na educação integral, cada diretor de
escola deverá acrescentar na tabela da Resolução do Quadro de Pessoal este
número de alunos, o que lhe permitirá um aumento no quantitativo de Auxiliares
de Serviços de Educação Básica (ASB). Esse profissional deverá auxiliar na
alimentação dos estudantes e limpeza e organização dos espaços.
Meta
6: oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% (cinquenta por cento)
das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% (vinte e cinco por
cento) dos(as) alunos(as) da educação básica.
domingo, 17 de maio de 2015
Políticas Públicas Educacionais
Pesquise sobre a mudança recente dos ministros da Educação. Por que houve esta mudança? Quem é o novo ministro? Vc sabe algo sobre a Secretaria de Educação do nosso estado? Quem é a (o) secretario (a) de educação de seu município? Poste o plano de trabalho da secretaria de seu município e acompanhe. E se vc fosse o secretario/a secretaria de educação de seu município? O que faria?
A Presidência da
República anunciou nesta sexta-feira (27 de março de 2015) o nome dos novos
ministros. O ex-deputado Edinho Silva será o novo ministro da Secretaria de
Comunicação Social da Presidência da República, no lugar de Thomas Traumann,
que deixou o cargo na última quarta-feira (25). Já o filósofo e professor
Renato Janine Ribeiro será o novo ministro da Educação. Ribeiro ocupará a vaga
deixada por Cid Gomes na semana passada, depois que o então ministro acusou
deputados de serem achacadores e oportunistas e dizer a estudantes
universitários no Pará, em uma reunião privada, que havia 400, 300 achacadores
na Câmara. Cid Gomes deixou o cargo depois de agredir verbalmente os deputados
federais e até o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Missão e Valores da Secretaria de Educação de Minas Gerais
Sistema Operacional de Educação
Visão para o
futuro- Ser referência pela
excelência em educação básica, com qualidade e equidade.
Missão- Desenvolver e coordenar políticas públicas de
educação básica, inclusivas e de qualidade, garantindo plenas condições de
funcionamento da rede pública, em especial da rede estadual, promovendo a
formação integral dos estudantes, com vistas ao exercício da cidadania e à
inserção no mundo do trabalho.
Valores- Qualidade;
Inclusão e equidade; Diversidade; Ética; Eficiência; Transparência; Responsabilidade
pública; gestão democrática; Sustentabilidade; Criatividade e Inovação.
Objetivos Finalísticos- Beneficiários:
Alunos
*Universalizar a educação básica, promovendo
o desenvolvimento integral dos estudantes, garantindo a formação qualificada,
permanência e sucesso dos educando;
*Tornar a Educação Básica mais atrativa,
proporcionar o acesso a condições geradoras de empregabilidade e renda e a
continuidade dos estudos, favorecendo o exercício pleno da cidadania;
* Ampliar
a oferta de educação em tempo integral com qualidade nas escolas estaduais;
* Reduzir
desigualdades educacionais e estruturais entre regiões, escolas e alunos,
garantindo que a escola seja um espaço de inclusão, diversidade, aprendizagem e
pertencimento da comunidade educacional;
* Dotar
as escolas estaduais de infra-estrutura física e tecnológica adequadas ao
desenvolvimento do ensino e às necessidades da sociedade.
Objetivos de Apoio- Processos Internos
*Fortalecer a gestão democrática nas escolas,
ampliando a participação da comunidade escolar, o compartilhamento das decisões
e responsabilidades;
*Identificar parceiros para a execução das
ações e captação de recursos, fortalecendo a troca de experiências e cooperação
entre Estado e sociedade civil;
*Garantir eficiência nas avaliações de
desempenho dos alunos para subsidiar a formulação de políticas, a
responsabilização dos agentes educacionais e a prestação de contas à sociedade;
*Implementar processos administrativos mais
ágeis, flexíveis, eficazes e eficientes, baseados em novas tecnologias,
padronização de práticas, dentro de uma cultura organizacional inovadora;
* Desenvolver
planejamento e gestão integrados na SEE nos níveis central, regional e escolar,
bem como o regime de cooperação com municípios e União;
* Promover
a coleta de informações das escolas mineiras de forma sistematizada e ágil, com
garantia de qualidade, e realizar estudos e pesquisas em consonância com o que
há de mais recente e relevante em educação para subsidiar o planejamento,
acompanhamento e avaliação dos programas da SEE.
A Secretária Municipal de Educação do meu município (Ubá- MG) é Maria do Carmo Mello. De acordo com a secretária de
educação compete à Secretaria
Municipal de Educação de Ubá planejar, organizar, coordenar e controlar as
atividades relacionadas ao oferecimento da educação básica, compreendidas o
ensino infantil, fundamental e médio, orientada por valores fundamentais como
dignidade da pessoa, igualdade, isonomia, participação da comunidade,
universalização, valorização do magistério, eficácia e eficiência.
O plano decenal da
cidade de Viçosa/MG foi feito no ano de 2006 e publicação no ano de 2007. Porém este plano está sendo
atualmente reformulada com data prevista por lei até junho de 2015.
Segue abaixo o endereço do link:
Se eu fosse
secretária de educação dedicaria da mesma forma que a nossa secretária Maria do
Carmo dedica, buscando conscientizar, despertar e incentivar a sociedade a
importância da educação em nossas vidas.
terça-feira, 28 de abril de 2015
CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
A sigla CAPES significa Coordenação de Aperfeiçoamento
de Pessoal de Nível Superior. Trata-se de uma agência governamental, vinculada
ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), que tem como objetivo promover a
expansão, consolidação dos cursos de pós-graduação stricto sensu, ou seja, dos
cursos de mestrado e doutorado, em todo o país. É a CAPES que autoriza a
abertura de novos cursos de pós-graduação, e avalia os cursos em funcionamento
periodicamente. É a única entidade que tem tradição de
determinar o descredenciamento (na prática, o fechamento) dos cursos que
apresentam nota baixa ou deficiente.
A CAPES foi criada em 1951, no início do segundo mandato
de Getúlio Vargas, com o nome de “Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de
Pessoal de Nível Superior”, com a finalidade de promover a especialização de
uma maior quantidade de pessoal, com qualidade. A necessidade de um maior
número de profissionais especializados foi consequência do projeto de
construção de uma nação industrializada e desenvolvida.
Anísio Teixeira foi secretário-geral da CAPES nos
primeiros anos da instituição. A implantação do Programa Universitário, a
concessão de bolsas de estudo, o apoio a eventos científicos, o estímulo de
intercâmbio e cooperação entre instituições e a contratação de professores
estrangeiros (visitantes) estão entre as ações da CAPES já em 1953.
Em 1981, a CAPES assumiu a incumbência de coordenar a
avaliação da pós-graduação no país, o que fortaleceu seu papel. A Política
Nacional de Pós-graduação é formulada, acompanhada e executada pela CAPES com
competência.
Sua importância se evidencia em 1990, quando por meio
da Medida Provisória nº 150 (de 15 de março de 1990), o Governo Collor extingue
a CAPES. A mobilização das pró-reitorias de pesquisa e pós-graduação das
universidades, com o apoio do Ministério da Educação, reverteu à medida, que
nem chegou a passar por votação no Congresso Nacional. A Lei nº 8.028 de 12 de abril
de 1990 recriou a CAPES.
Em
julho de 2007, foi sancionada a Lei 11.502
que atribuiu a Capes também o papel de estimular a formação de professores para
a educação básica.
Atualmente, as principais linhas de ação da
instituição, desenvolvidas por meio de vários Programas, são:
- Investimentos na formação de recursos de alto nível
no país e exterior – por meio de Bolsas de Pós-graduação nacionais ou
internacionais, e de Programas de Fomento aos Cursos de stricto sensu;
- Avaliação da pós-graduação stricto sensu – É
avaliada as propostas de novos Cursos de Pós-graduação stricto sensu e os
Programas de Pós-graduação stricto sensu (anualmente e trimestralmente). A
avaliação dos Programas serve de subsídio para a renovação do reconhecimento,
pois na avaliação é atribuída uma nota (entre 1 e 7) a cada Programa.
- Acesso e divulgação da produção científica – a CAPES
disponibiliza o acesso a produção científica do país e do mundo, e divulga a
produção científica nacional por meio do Portal de Periódicos, onde textos,
resumos e documentos selecionados de Revistas Científicas e Bases de Dados;
- Promoção da cooperação científica internacional –
Por meio de acordos bilaterais entre programas brasileiros e estrangeiros
(financia missões de professores no exterior e bolsas de estudos para
intercambio de alunos) e parcerias universitárias binacionais (aproximação
curricular, reconhecimento mútuo de créditos).
Como resultado das avaliações, a CAPES publica
anualmente uma classificação dos artigos e eventos de cada área do
conhecimento, atribuindo a cada caso (Revistas ou Anais de Eventos), um
“indicativo de qualidade”, no qual o mais qualificado é o A1, seguido pelos
seguintes: A2; B1; B2; B3; B4; B5 e C, sendo que o último tem peso zero. O
sistema Webqualis disponibiliza para consulta a classificação de periódicos,
anais, revistas e jornais.
Fontes
BRASIL. Ministério da Educação. Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES. Acessado em 26 abr. 2009.
Disponível em: http://www.capes.gov.br/
sábado, 16 de agosto de 2014
SITUAÇÕES DO COTIDIANO.
O livro aponta situações de satisfações de alunos, pais e
professores e aponta as diferenças de classes sociais influenciando o ensino
escolar. As escolas públicas passam por estas situações, porque a classe média
a alta frequenta mais as escolas particulares.
Quando fiz o ginásio presenciei e fui vitima de situações
bem relativas ao livro. Tivemos uma professora de geografia que não escondia o
prazer de excluir os alunos mais pobres, fazendo muitos elogios aos filhos dos
mais favorecidos, tanto nas lições, quanto nas provas e trabalhos escolares.
A situação era muito difícil, pois até mesmo quando os
alunos mais ricos conversavam com os mais pobres, estes não eram “punidos”, ao
contrario está professora dizia:
- “Fulano, não de trela para estes meninos, pois vocês têm
futuro pela frente. Também o professor de matemática se referia a um dos alunos
dizendo que ele só serviria para puxar carroça.
São situações passadas que foram gravadas na memória e hoje
me pego a refletir o que devemos fazer para mudar está situação.
Às vezes é difícil falar da situação de hoje, porque hoje
sou mãe de aluno e não aluna, mas espero que mude este conceito porque se a
classe mais favorecida tem maiores chances de ter a escola que desejam as
classes menos favorecidas também podem ambicionar a ter uma escola melhor, o
tipo de escola que todos merecemos independente da classe social que temos.
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